Notícias - Ano 2016

O Outubro Rosa não acaba, deve continuar o ano todo

O movimento de busca pela prevenção e conscientização sobre o câncer de mama não pode acabar com o Outubro Rosa, mas continuar durante todos os meses do ano. Para a Sociedade Brasileira de Mastologia, toda mulher deve lutar pelo direito de fazer sua mamografia, o exame recomendado para detectar precocemente o câncer de mama, além do acesso ao diagnóstico, tratamento e cirurgia da reconstrução mamária. 

Neste Outubro Rosa, todas as regionais da SBM em todo o Brasil trabalharam arduamente apoiando e desenvolvendo ações para disseminar informações sobre a doença e apoiar as  mulheres que aguardam fazer a mamografia e o tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Um mutirão foi realizado em vários estados, que resultou em 57 reconstruções mamárias, 627 atendimentos, 787 mamografias gratuitas e 260 mamografias agendadas. Além disso, diversas palestras foram realizadas e milhares de cartilhas e folhetos distribuídos.

A SBM também quer reforçar que a campanha “A vida pede atitude”, uma parceria com o Grupo Oncoclínicas, não pode parar. É extremamente importante que as mulheres mudem seus hábitos de vida e passem a se alimentar de forma mais saudável, pratique exercícios físicos diariamente e realizem os exames preventivos.

Sendo assim, as mulheres podem iniciar hoje uma mudança de hábitos em sua rotina. “Queremos mostrar que isso é essencial durante toda a vida para evitar não só o câncer de mama, mas outras doenças”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Ruffo de Freitas Junior.

Pesquisadores membros da Sociedade Brasileira de Mastologia acabam de concluir um estudo que revela que o risco de ter câncer de mama aumenta consideravelmente em mulheres na pré e pós-menopausa que apresentam excesso de gordura corporal especialmente na região abdominal. O estudo também mostrou que as altas medidas da circunferência da cintura também provocam um risco aumentado para complicações metabólicas e cardiovasculares.

Segundo Ruffo, a mudança de atitude também deve partir dos médicos, que devem realizar um atendimento de boa qualidade às pacientes, brigar por maior acesso à mamografia, lutar pela diminuição do tempo entre o diagnóstico e início do tratamento, ou seja, fazer valer a lei dos 60 dias (que prevê que todo paciente diagnosticado com câncer inicie o tratamento no prazo máximo de 60 dias após o diagnóstico), e realizar a reconstrução da mama no ato da cirurgia como um todo. “Essa luta é de todos para que as mulheres possam contar com os benefícios que têm direito e não sofram tanto por conta da doença. Se todos trabalharem juntos podemos salvar cada vez mais vidas”, afirma o presidente.

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AVISO IMPORTANTE
O conteúdo deste site tem o intuito de apenas informar aqueles que têm dúvidas genéricas sobre o câncer de mama. Para a análise de um caso clínico particular, como tratamento, prognóstico e outras dúvidas deve ser consultado um médico especialista.