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Novo estudo americano confirma que o sedentarismo pode influenciar no crescimento de tumor

No dia 8 de abril é celebrado o Dia Mundial de Luta contra o Câncer e a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) aproveita a data para reforçar a importância da prática de atividades físicas regulares, independente de peso e idade, para a prevenção do câncer de mama. Um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, confirmou que os exercícios retardam o crescimento de tumores. Os pesquisadores explicam que os movimentos corporais provocam melhorias significativas na quantidade e funcionalidade dos vasos sanguíneos ao redor de tumores, assim como ativa o fluxo de oxigênio e, consequentemente, o retardo do avanço do câncer.

Para o presidente da SBM, Ruffo de Freitas Júnior, a prática de exercícios físicos, principalmente a caminhada, é importante para qualquer mulher, especialmente no período pós-menopausa, além de ser uma atividade fácil e não ter custo. “A incidência do câncer está ligada ao sedentarismo. Exercício físico e perda de peso são fundamentais para a saúde da mulher”, afirma ele, acrescentando que os mastologistas sempre recomendam mudanças na dieta para reduzir o colesterol e auxiliar na prevenção de células cancerígenas.

Quanto maior o peso e idade, mais chances a mulher tem de desenvolver câncer nas mamas, principalmente após a menopausa, pois um dos principais hormônios produzidos pelo tecido gorduroso é o estrógeno. “Nessa fase da vida, a menopausa contribui para a produção excessiva desse hormônio. Se a mulher for obesa, o risco do tumor é muito maior, pois quanto maior o número de gordura, maior o volume de hormônio feminino, que serve como ‘combustível’ para as células cancerígenas”, explica. O mastologista recomenda que as mulheres devem manter o IMC (índice de massa corporal) abaixo de 25.

Novo estudo americano confirma que o sedentarismo pode influenciar no crescimento de tumor

No dia 8 de abril é celebrado o Dia Mundial de Luta contra o Câncer e a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) aproveita a data para reforçar a importância da prática de atividades físicas regulares, independente de peso e idade, para a prevenção do câncer de mama. Um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, confirmou que os exercícios retardam o crescimento de tumores. Os pesquisadores explicam que os movimentos corporais provocam melhorias significativas na quantidade e funcionalidade dos vasos sanguíneos ao redor de tumores, assim como ativa o fluxo de oxigênio e, consequentemente, o retardo do avanço do câncer.

Para o presidente da SBM, Ruffo de Freitas Júnior, a prática de exercícios físicos, principalmente a caminhada, é importante para qualquer mulher, especialmente no período pós-menopausa, além de ser uma atividade fácil e não ter custo. “A incidência do câncer está ligada ao sedentarismo. Exercício físico e perda de peso são fundamentais para a saúde da mulher”, afirma ele, acrescentando que os mastologistas sempre recomendam mudanças na dieta para reduzir o colesterol e auxiliar na prevenção de células cancerígenas.

Quanto maior o peso e idade, mais chances a mulher tem de desenvolver câncer nas mamas, principalmente após a menopausa, pois um dos principais hormônios produzidos pelo tecido gorduroso é o estrógeno. “Nessa fase da vida, a menopausa contribui para a produção excessiva desse hormônio. Se a mulher for obesa, o risco do tumor é muito maior, pois quanto maior o número de gordura, maior o volume de hormônio feminino, que serve como ‘combustível’ para as células cancerígenas”, explica. O mastologista recomenda que as mulheres devem manter o IMC (índice de massa corporal) abaixo de 25.

No mês em que se comemora o Dia das Mães, a Sociedade Brasileira de Mastologia ressalta os direitos que as mulheres com câncer de mama possuem. Há alguns anos, leis são criadas - seja para o diagnóstico, no tratamento ou no pós-cirúrgico - para tentar combater uma das doenças que mais mata e mexe com a autoestima da mulher brasileira, mas muitas ainda não têm conhecimento sobre essas leis.

A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é que em 2015 sejam registrados cerca de 57 mil novos casos em todo o país, assim como em 2014. “O diagnóstico precoce é essencial e determinante na busca pela cura que gira em torno de 95% quando a doença é detectada logo no início” alerta o presidente da SBM, Dr. Ruffo de Freitas Júnior. Por isso, em março, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 1442/14, que permite que mulheres entre 40 e 49 anos realizem a mamografia, o exame mais adequado na identificação prematura dos tumores na mama, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto ainda será analisado pelo Senado Federal, mas a lei atual já permite que mulheres entre 50 e 69 anos façam o exame custeado pela rede pública.

Após a doença ser diagnosticada, o tratamento precisa ser iniciado logo em seguida. Quanto mais cedo a doença for descoberta, maiores são as chances de cura. A lei 12.732/12, conhecida como lei dos 60 dias, foi aprovada em 2013, com a finalidade de garantir um tempo mínimo de espera para o início do tratamento de câncer pelo SUS. Este prazo vale para que o paciente passe por uma cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia, de acordo com o pedido médico. “A redução no tempo para o início do tratamento é determinante para salvar vidas.”, afirma o mastologista.

O câncer de mama além de ser uma doença que deixa muitas mulheres arrasadas, a sua cura pode envolver um processo que mexe com a autoestima delas, a retirada de um ou dos dois seios. Uma lei sancionada pela Presidente Dilma em 2013, obriga o SUS a fazer a cirurgia plástica reparadora da mama logo em seguida à retirada do câncer, quando houver condições médicas. Caso não haja condições de realizar imediatamente, a paciente deverá ter um acompanhamento médico. De acordo com a Dra. Fernanda Salum, da assessoria especial da SBM “A maioria das pacientes com câncer de mama tem indicação para reconstruir as suas mamas na mesma cirurgia. Assim, podemos reduzir o trauma associado com a cirurgia e melhorar a qualidade de vida das mulheres tratadas”, afirma.

Essas leis nem sempre são cumpridas, por exemplo, menos de 10% das pacientes brasileiras submetidas à mastectomia têm acesso à cirurgia de reconstrução mamária imediata. Por isso, é preciso ficar atenta às novas leis que estão surgindo ou sendo alteradas, para que toda mulher consiga buscar os seus direitos e ter uma recuperação mais rápida e tranquila.

 

Sociedade Brasileira de Mastologia celebra Outubro Rosa chamando a atenção para o direito da Reconstrução Mamária Imediata às mulheres que passam pela mastectomia

No mês em que o mundo celebra oficialmente a conscientização e prevenção ao câncer de mama, o Outubro Rosa, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) lança o slogan “NENHUMA MULHER SEM MAMA”. O objetivo é alertar a população que a cirurgia da reconstrução mamária imediata não é vaidade, mas um direito de todas as mulheres que passam pelo processo de mutilação devido ao tratamento da doença. Apesar disso, segundo a Rede Goiana de Pesquisa em Mastologia, apenas 29,2% das pacientes brasileiras submetidas à mastectomia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tiveram acesso à reconstrução em 2014.

Embora a reconstrução mamária tenha aumentado no período de 2008 a 2014, de 15% para 29,2%, cerca de  7,6 mil mulheres tratadas pelo SUS em 2014 não puderam ser beneficiadas pela Lei nº 12.802, que estabelece a reconstrução mamária como procedimento obrigatório no mesmo ato no qual foram retiradas as mamas. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Dr. Ruffo de Freitas Júnior, esse deve ser o foco: a necessidade de ampliar o número de cirurgiões disponíveis para fazer a reconstrução das mamas. “A mulher brasileira não merece ficar sem acesso à reconstrução imediata”, afirma ele.

Para Dr. Ruffo, os efeitos de uma mutilação parcial ou total são, em 90% dos casos, devastadores. A maioria das mulheres mastectomizadas fica anos aguardando pela cirurgia. “O fator psicológico é diretamente abalado e precisamos reverter essa realidade de baixo acesso à reconstrução”, diz o presidente. 

A SBM tem priorizado a formação e o aperfeiçoamento dos mastologistas nesta área para ampliar o número de profissionais qualificados e aptos para a realização desse tipo de procedimento. “Avançamos muitos nos últimos anos através do legislativo. Precisamos, agora, compartilhar a informação qualificada e contribuir para a realização desses procedimentos”, completa ele, ressaltando que a reconstrução imediata é um direito de cada mulher que passa pela mastectomia, porém, só é realizada se as condições clínicas da paciente não oferecerem nenhum risco, ou seja, se houver segurança oncológica.   

Só no Brasil, segundo estimativa do INCA governo, serão mais de 57 mil novos casos de câncer de mama em 2015, assim como foi no ano passado. Por isso, durante o mês de outubro, as regionais da SBM irão realizar ações como corridas, exposições, palestras e mutirões com apoio das Secretarias de Saúde, ONGs e instituições de apoio a mulheres com câncer com o objetivo de repassar as formas de prevenção e tratamento, além de explicar como é feita a cirurgia da reconstrução mamária. “É importantíssimo alertar às mulheres nessas datas, já que todo o mundo está voltado para essa causa. A reconstrução imediata eleva a autoestima da mulher e, consequentemente, melhora sua qualidade de vida. Todas as mulheres têm esse direito”, alerta Dr. Ruffo, acrescentando que “tem muita vida após o câncer de mama”.

Sobre a reconstrução mamária imediata - É uma cirurgia que possibilita a reabilitação de pacientes submetidas à mastectomia e ajuda na recuperação emocional e no bem-estar das mulheres afetadas pelo câncer da mama. A Sociedade Brasileira de Mastologia realizou em agosto uma importante reunião de consenso entre os médicos e nela foi constatada que a reconstrução mamária imediata não oferece riscos adicionais para a maioria das pacientes com câncer de mama e pode ser oferecida com segurança.

Sobre a SBM – A Sociedade Brasileira de Mastologia é uma entidade sem fins lucrativos que representa cerca de dois mil mastologistas em território nacional. A SBM tem como compromisso disseminar informações à população sobre a importância da especialidade e a necessidade dos cuidados com a saúde mamária. Também atua junto a órgãos governamentais, no sentido de contribuir para a melhoria do sistema público de saúde – diagnóstico e tratamento – especialmente do câncer de mama. 

Um estudo desenvolvido pelo Programa de Mastologia da Universidade Federal de Goiás (UFG) revelou que a cobertura mamográfica do SUS no estado de Goiás foi de 14,7% no ano de 2013 para as mulheres da faixa etária de 50 a 69 anos. Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), a quantidade de equipamentos para realizar o exame é satisfatória, porém a distribuição é desigual, já que a grande maioria encontra-se na capital enquanto uma área imensa do interior fica descoberta. “A situação é grave porque a mamografia é o principal exame de prevenção ao câncer de mama”, afirma o presidente da SBM, Ruffo de Freitas Junior. 

Na próxima quinta-feira (dia 14/05), às 8h, no Castro´s Hotel, representantes da área da saúde, entre eles, do Ministério da Saúde, do INCA e das Secretarias Estadual e Municipal, se reunirão para discutir detalhes das estratégias traçadas que irão melhorar a estrutura de atendimento de prevenção e tratamento do câncer de mama no estado. A reunião acontece durante o Goiania Breast Cancer Symposium, o maior evento de pesquisa em câncer de mama do Brasil, que receberá, de 14 a 16 de maio, palestrantes nacionais e internacionais, e também realizará um fórum voltado para a população, que pretende reunir cerca de 400 pessoas. 

Nessa reunião serão debatidos três pontos principais: a capacitação dos profissionais que trabalham nos postos de saúde;  o melhor aproveitamento dos mamógrafos no estado que hoje são subaproveitados; a instalação da primeira mesa de biópsia guiada chamada mamotomia – equipamento importado que custa cerca de R$ 300 mil e que não existe no SUS no estado de Goiás; além da construção de um prédio dentro do Hospital de Clínicas para o atendimento exclusivo a casos de câncer de mama. “O baixo número de mamografias também é atribuído ao desconhecimento da população sobre a importância da mamografia para detectar o câncer de mama e à dificuldade de acesso ao exame mais eficaz para o diagnóstico precoce”, completa Ruffo de Freitas.

O câncer de mama é a doença que mais atinge as mulheres no Brasil e exige cuidados. A previsão do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que ocorram mais de 57 mil novos casos este ano. Por isso, no primeiro dia do GBCS, 14 de maio, será realizado o 5º Fórum Multidisciplinar em Saúde da Mama para leigos, criado para que os resultados e as atualizações promovidas pelo simpósio consigam atingir as pessoas que realmente precisam.

Sobre o Goiania Breast Cancer Symposium – A quinta edição do maior evento de pesquisa sobre câncer de mama no Brasil contará com palestrantes internacionais e nacionais, entre eles: Robert Ivkov (Alemanha), Mario Ritjens (Itália) e Mohammad Jahanzeb (USA), que realizarão mini-conferências sobre os avanços no tratamento do câncer de mama HER2 (+), os progressos na terapia que auxiliam o câncer de mama inicial, a hipertermia como ferramenta terapêutica para o câncer de mama e o uso de matriz térmica acelular e telas nas reconstruções com implantes. Promovido pela Universidade Federal de Goiás (UFG) com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o simpósio abordará também temas sobre epidemiologia, oncoplastia, tumores triplo e tipos de tratamento. Pelo menos 500 participantes deverão circular pelo Castro’s Park Hotel, em Goiânia. As inscrições para o GBCS possuem uma taxa de acordo com a categoria do interessado. Mais informações pelo site www.gbcs.net.br

Mastologistas debatem o câncer de mama junto à população de GoiâniaCerca de 400 mulheres e profissionais de saúde de Goiânia são esperadas no 5º Fórum Multidisciplinar sobre Câncer de Mama, que acontece nesta quinta-feira (dia 14/05), no Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego). Promovido pela Universidade Federal de Goiás (UFG) com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), o evento abordará diversas curiosidades e irá tirar dúvidas sobre o câncer de mama. Mamógrafo móvel, mitos sobre a mamografia, mastectomia realizada pela Angelina Jolie e o que fazer para reduzir o risco de desenvolver o câncer de mama serão alguns dos temas apresentados em seis palestras ministradas pelos mastologistas que estarão participando do Goiania Breast Cancer Symposium. O objetivo do encontro é levar informações sobre a doença a quem realmente precisa.