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Depende.
O peso elevado influencia diferentemente o risco de acordo com o estado hormonal da mulher (antes ou depois da menopausa).

Após a Menopausa.
A obesidade é considerada como fator de risco na pós-menopausa. A hipótese mais aceita é o aumento dos hormônios femininos (estrogênio), pois o tecido gorduroso pode transformar o hormônio produzido na suprarrenal (androstenidiona) em estrona (hormônio feminino). Quanto maior o nível de estrona, maior seria o risco de câncer de mama. Numa pesquisa com 337.000 participantes, as obesas (IMC>28Kg/m2) tiveram 26% mais tumores mamários. Outro estudo observou que o ganho de 20 a 29kg aumentava o risco em 56% e o ganho de 40 a 49% dobrava as chances de câncer mamário. Já a perda de peso apresenta efeito protetor, principalmente em mulheres que na utilizam terapia hormonal. Em outra coorte, a perda sustentada em pelo menos 10Kg reduzia o risco em 57%.

Antes da menopausa.
Contrariamente aos resultados anteriores, o peso elevado não aumenta o risco em mulheres antes da menopausa, podendo inclusive diminuir o risco. Os mecanismos deste efeito não são muito claros. A principal hipótese é a anovulação causada pela obesidade, que pode acarretar menores níveis hormonais circulantes. Outras hipóteses seriam a diferenciação celular mais precoce ou menores níveis de fatores de crescimento.

Numa análise combinada de estudos de coorte havia diminuição de 14% no risco para cada aumento de 5 Kg/m2 no IMC. Apesar do grande interesse em qualidade de vida saudável e dos múltiplos questionamentos sobre estilo de vida e prevenção do câncer de mama, poucos fatores interferem significativamente na incidência da doença. O controle no uso de bebidas alcoólicas, o estímulo à atividade física, a dieta saudável e o controle do peso devem ser orientados muito mais por melhorar a qualidade de vida geral do que pelos eventuais benefícios no controle do câncer de mama.

"Guilherme Novita Garcia"

Controverso.
Esta variável é uma das menos estudadas em relação ao risco de câncer de mama. O grande problema das pesquisas é a confusão entre o exercício físico e o peso corpóreo, pois ambos estão relacionados. Alguns estudos observacionais sugeriram que 4 a 7 horas de exercícios físicos semanais podem reduzir o aparecimento de neoplasia mamária em até 20%, independente do estado menopausal. Noutro estudo, foram avaliadas mais de 45.000 mulheres, diferenciando o tipo e a quantidade do exercício. Concluíram que mais que 10 horas semanais de caminhada tem efeito protetor. Já outros tipos de exercício ou menos tempo de caminhada não apresentaram benefício protetor. Outra observação é que o efeito protetor do exercício dava-se em mulheres na pré-menopausa ou aquelas pós-menopausadas que nunca usaram terapia hormonal da menopausa (TH). de sugerirem proteção, o nível de evidência destes estudos é baixo e as conclusões são frágeis. Apesar do grande interesse em qualidade de vida saudável e dos múltiplos questionamentos sobre estilo de vida e prevenção do câncer de mama, poucos fatores interferem significativamente na incidência da doença. O controle no uso de bebidas alcoólicas, o estímulo à atividade física, a dieta saudável e o controle do peso devem ser orientados muito mais por melhorar a qualidade de vida geral do que pelos eventuais benefícios no controle do câncer de mama.

"Guilherme Novita Garcia"

Verdade.
O consumo de bebidas alcoólicas está associado com aumento do risco tanto em estudos epidemiológicos como em modelos animais. A principal hipótese é o efeito carcinogênico dos metabólitos do álcool, porém outras teorias sugerem interferência no metabolismo do estrogênio ou deficiências nutricionais. Uma metanálise de estudos de coorte demonstrou aumento de 10% no risco para cada 10 gramas de álcool consumidas continuamente (OBS: 1 taça de vinho=14g de álcool). O estado menopausal e o tipo de bebida parecem não influenciar, mas osuplemento de ácido fólico parece reduzir ou eliminar o risco causado pelo álcool. Apesar do grande interesse em qualidade de vida saudável e dos múltiplos questionamentos sobre estilo de vida e prevenção do câncer de mama, poucos fatores interferem significativamente na incidência da doença. O controle no uso de bebidas alcoólicas, o estímulo à atividade física, a dieta saudável e o controle do peso devem ser orientados muito mais por melhorar a qualidade de vida geral do que pelos eventuais benefícios no controle do câncer de mama.

"Guilherme Novita Garcia"

Controverso.
Alguns estudos sugeriram que o nível elevado desta vitamina reduz a chance de tumor de mama. Porém a maioria destas pesquisas foi realizada em cultura de tecidos. Somente alguns poucos estudos populacionais correlacionaram os níveis séricos da vitamina D com o aparecimento do câncer. Os níveis séricos de vitamina D dependem da alimentação (principalmente laticínios, cereais e alguns tipos de peixe) e da exposição aos raios UVB. Aparentemente, países como o Brasil teriam pequeno benefício na suplementação desta vitamina, pois já teriam níveis séricos altos por meios naturais. O real impacto da vitamina D no aparecimento do câncer de mama é desconhecido, pois os principais estudos têm grandes limitações. Aparentemente este metabólito pode reduzir o risco da doença. Porém, algumas questões permanecem em aberto, tais como a forma ideal de dosar o nível sérico da substância e a influência de variáveis como idade, estado menopausal e tipos tumorais.

"Guilherme Novita Garcia"

Mito.
O risco de substâncias antitranspirantes é talvez uma das dúvidas mais freqüentes entre as pacientes. Hipóteses sobre esta relação são altamente populares em publicações leigas e também em algumas científicas. Alguns estudos relacionaram o maior número de tumores em quadrantes superolaterais com o uso destas substâncias e outros atentaram para o potencial carcinogênico de alguns compostos dos produtos. Mas, vale lembrar que a maioria dos tumores mamários ocorre nesta região da mama porque lá está a maior concentração de tecido glandular. O uso de cosméticos não altera esta incidência. Pesquisas consistentes, conduzidas por Namer e colaboradores concluíram que não há aumento do risco. Para isto, revisaram os principais estudos sobre o assunto e não encontraram associação entre os cosméticos usados na axila e o aumento do câncer de mama.

"Guilherme Novita Garcia"

Mito.
Altos níveis de isoflavanóides estão associados com baixo risco para câncer de mama, sendo encontrados nos derivados de soja, lignanos, cimicífuga racemosa e trifolium pratense. Alto consumo de alimentos ricos em fitoestrogênios como frutas frescas, verduras frescas e óleos vegetais, tem sido relatado como protetor do câncer de mama, podendo reduzir em até 33-45% o risco para câncer de mama. Porém, este efeito ocorre apenas para mulheres com alimentação à base de soja desde a primeira infância. Este estudo foi feito em mulheres de regiões rurais do Japão, onde a alimentação inclui grande quantidade de soja. No entanto, estas populações também tem outros comportamentos que podem influenciar no efeito protetor, tais como gestação em idade precoce e maior quantidade de filhos. Portanto, fica difícil concluir qual o real impacto da alimentação na redução do câncer. Apesar do grande interesse em qualidade de vida saudável e dos múltiplos questionamentos sobre estilo de vida e prevenção do câncer de mama, poucos fatores interferem significativamente na incidência da doença. O controle no uso de bebidas alcoólicas, o estímulo à atividade física, a dieta saudável e o controle do peso devem ser orientados muito mais por melhorar a qualidade de vida geral do que pelos eventuais benefícios no controle do câncer de mama.

"Guilherme Novita Garcia"

Mito.
O uso de aspirina e de alguns tipos de antiinflamatórios tem sido estudado como método de prevenção em vários tipos de câncer,entre eles o câncer colorretal e o câncer de mama. Jack Cuzick e colaboradores relataram diminuição da incidência de câncer de mama em modelos animais, mas ainda não foram realizados estudos comprovando o benefício em seres humanos. Sendo assim, não está comprovada a sua utilização como prevenção do câncer de mama.

"Guilherme Novita Garcia"

Mito.
Altos níveis de isoflavanóides estão associados com baixo risco para câncer de mama, sendo encontrados nos derivados de soja, lignanos, cimicífuga racemosa e trifolium pratense. Alto consumo de alimentos ricos em fitoestrogênios como frutas frescas, verduras frescas e óleos vegetais, tem sido relatado como protetor do câncer de mama, podendo reduzir em até 33-45% o risco para câncer de mama. Porém, este efeito ocorre apenas para mulheres com alimentação à base de soja desde a primeira infância. Este estudo foi feito em mulheres de regiões rurais do Japão, onde a alimentação inclui grande quantidade de soja. No entanto, estas populações também tem outros comportamentos que podem influenciar no efeito protetor, tais como gestação em idade precoce e maior quantidade de filhos. Portanto, fica difícil concluir qual o real impacto da alimentação na redução do câncer. Apesar do grande interesse em qualidade de vida saudável e dos múltiplos questionamentos sobre estilo de vida e prevenção do câncer de mama, poucos fatores interferem significativamente na incidência da doença. O controle no uso de bebidas alcoólicas, o estímulo à atividade física, a dieta saudável e o controle do peso devem ser orientados muito mais por melhorar a qualidade de vida geral do que pelos eventuais benefícios no controle do câncer de mama.

"Guilherme Novita Garcia"

Mito.
O uso de aspirina e de alguns tipos de antiinflamatórios tem sido estudado como método de prevenção em vários tipos de câncer,entre eles o câncer colorretal e o câncer de mama. Jack Cuzick e colaboradores relataram diminuição da incidência de câncer de mama em modelos animais, mas ainda não foram realizados estudos comprovando o benefício em seres humanos. Sendo assim, não está comprovada a sua utilização como prevenção do câncer de mama.

"Guilherme Novita Garcia"

Mito.
O chá verde é um antioxidante com efeitos benéficos na inibição da proliferação celular e está sendo estudado como protetor para alguns tipos de câncer, inclusive, o câncer de mama. Porém, Boehm e colaboradores relataram que não há dados científicos para indicá-lo como fator protetor para o câncer de mama, apesar de alguns estudos caso-controle demonstrarem associação positiva entre o seu uso e a diminuição da doença.

"Guilherme Novita Garcia"

As mamas volumosas podem ocorrer em algumas mulheres. A indicação de cirurgia para redução das mesmas deve ser feita com cuidado e após criteriosa avaliação médica, incluindo o mastologista.

Muitas mulheres associam dores nas costas exclusivamente ao tamanho das mamas. Porém, vale lembrar que as dores lombares podem ser causadas por inúmeros fatores, tais como problemas de coluna ou musculares, má postura, excesso de peso, etc. Inclusive, muitos homens também apresentam dores lombares intensas, mesmo sem terem glândulas mamárias.

"Guilherme Novita Garcia"

A descarga papilar espontânea, por um único ducto mamário, com sangue ou água cristalina, sempre deve ser avaliada pelo mastologista, pois o sintoma pode ser causado por câncer de mama.

Apesar da maioria das vezes este sintoma estar relacionado a problemas benignos, o câncer de mama ocorre em até 15% das mulheres com este tipo de problema.

Recomendamos que a sua parente seja avaliada por um mastologista assim que possível.

"Guilherme Novita Garcia"

ginecomastia é o aumento do volume das mamas em homens. Geralmente o processo é benigno e temporário, porém alguns casos podem ser efeitos de outras doenças, medicações e até câncer de mama.

Portanto, sempre que o problema aparece é importante que o paciente seja avaliado pelo mastologista, principalmente para afastar problemas graves associados.

A maioria dos casos é idiopática, ou seja, sem causa definida. Nestes casos, a decisão sobre o tratamento cabe à vontade do paciente. A questão estética não deve nunca ser menosprezada, pois pode ser causa de vários problemas psicológicos.

O tratamento de ginecomastia idiopática geralmente é cirúrgico, com remoção do tecido mamário em excesso e manutenção da estética original.

"Guilherme Novita Garcia"

Advertência: Este espaço serve apenas para explicar dúvidas sobre assuntos gerais sobre as doenças da mama, incluindo o câncer de mama. Não é possível emitir opniões em casos específicos apenas com a avaliação pela internet, para isto é necessária uma consulta médica com um especialista.

Após a cirurgia algumas pacientes podem desenvolver quadros dolorosos no local da cicatriz, axila ou até no braço do lado operado. Estas dores geralmente não estão relacionadas à volta do câncer, porém podem causar grandes transtornos à vida das pacientes. Existem vários tratamentos para a dor que geralmente são conduzidos por equipes multiprofissionais, com médicos, fisioterapeutas, etc. Dentre os tratamentos existem terapias medicamentosas, fisioterápicas e até cirúrgicas. Cada terapia vai se adequar a um tipo de paciente. Converse com o médico responsável sobre estas possibilidades.

"Guilherme Novita Garcia"

As dores nas mamas são um processo benigno e auto-limitado que ocorrem na maioria das mulheres. Geralmente, não há relação entre a dor na mama e outras doenças mamárias como o câncer de mama.

No entanto, não é possível afirmar que uma mulher com câncer de mama não possui nenhum outro problema mamário. Para isto é necessária uma avaliação com um médico especialista.

"Guilherme Novita Garcia"

As mamas volumosas podem ocorrer em algumas mulheres. A indicação de cirurgia para redução das mesmas deve ser feita com cuidado e após criteriosa avaliação médica, incluindo o mastologista.

Muitas mulheres associam dores nas costas exclusivamente ao tamanho das mamas. Porém, vale lembrar que as dores lombares podem ser causadas por inúmeros fatores, tais como problemas de coluna ou musculares, má postura, excesso de peso, etc. Inclusive, muitos homens também apresentam dores lombares intensas, mesmo sem terem glândulas mamárias.

"Guilherme Novita Garcia"

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AVISO IMPORTANTE
O conteúdo deste site tem o intuito de apenas informar aqueles que têm dúvidas genéricas sobre o câncer de mama. Para a análise de um caso clínico particular, como tratamento, prognóstico e outras dúvidas deve ser consultado um médico especialista.