Curso de Oncoplastia e Reconstrução Mamária da SBM em Salvador/BA - 2026

Edital disponível - Clique aqui para baixar

Programa Teórico-Prático de Educação Continuada
Curso teórico e prático com realização de cirurgias

  • Técnicas cirúrgicas inovadoras
  • Professores renomados
  • 12 vagas disponíveis
    para Mastologistas com TEMa/RQE
    Cirurgião Oncológico ou CirurgiãoPlástico, com título da especialidade/RQE
  • 11 módulos
  • Investimento: 11x de R$ 7.000,00

Coordenação:
Dr. Paulus Fabrício Mascarenhas Ramos
Dra. Ana Cláudia Imbassahy de Sá
Dra. Sálvia Maria Canguçu da Rocha

Realização no Hospital Aristides Maltez

Contato para mais informações
Eventos SBM - Gisele França
(21) 96995-0072
[email protected]

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Considerações da Sociedade Brasileira de Mastologia sobre o exame imunoistoquímico em câncer de mama.

Nova Lei nº 15.267/2025 amplia direitos de pacientes submetidos à mastectomia

A Lei nº 15.267, de 21 de novembro de 2025, altera a Lei nº 9.797/1999 para garantir a inclusão da assistência fisioterapêutica no cuidado de pacientes que passaram por cirurgia de mastectomia.
A nova legislação assegura acompanhamento fisioterapêutico para reabilitação e prevenção de complicações pós-tratamento, ampliando o acesso tanto para mulheres quanto para homens submetidos ao tratamento do câncer de mama.

Clique aqui para acessar o PDF na íntegra.


Pré-Inscrição para o Curso de Atualização em Oncogenética 2026 - 4ª Edição

Pré-Inscrições abertas para o Curso de Atualização em Oncogenética 2026 – 4ª Edição

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(21) 96995-0072


Curso de Oncoplastia e Reconstrução Mamária da SBM em Jaú/SP - 2026

Edital disponível - Clique aqui para baixar

Programa Teórico-Prático de Educação Continuada
Curso teórico e prático com realização de cirurgias

  • Técnicas cirúrgicas inovadoras
  • Professores renomados
  • 12 vagas disponíveis
    para Mastologistas com TEMa/RQE
    Cirurgião Oncológico ou Cirurgião Plástico, com título da especialidade/RQE
  • 11 módulos
  • Investimento: 11x de R$ 7.000,00

Coordenação:
Dr. Maurício de Aquino Resende
Dr. João Ricardo Auler Paloschi
Dr. Ailton Joioso

Realização no Hospital Amaral Carvalho

Contato para mais informações
Eventos SBM - Gisele França
(21) 96995-0072
[email protected]

Data limite de inscrição: 19/12/2025

 


Uso de dispositivos de termografia das mamas em farmácias sem pedido médico

Uso de dispositivos de termografia das mamas em farmácias sem pedido médico

Em outubro de 2025, a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (ABRAFARMA) anunciou que Drogarias Pacheco e Drogaria São Paulo passaram a oferecer o exame “termografia das mamas” sem necessidade de pedido médico. Embora apresentada como ação de prevenção e diagnóstico precoce, essa iniciativa apresenta sérias limitações técnicas, éticas e regulatórias.

Fundamentação técnico-científica

A termografia mamária utiliza sensores infravermelhos para mapear diferenças de temperatura nas mamas, sob a hipótese de que alterações térmicas indiquem tumores. Contudo, não há evidências científicas que comprovem sensibilidade, especificidade ou impacto positivo do método no rastreamento ou diagnóstico do câncer de mama.

O Parecer Conjunto do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) e FEBRASGO (2023) é categórico: “Os dispositivos de atividade térmica, incluindo a termografia infravermelha, não são recomendados para rastreamento, diagnóstico ou acompanhamento do câncer de mama, isoladamente ou em associação à mamografia.”

A mamografia permanece como o único exame comprovadamente eficaz na redução da mortalidade por câncer de mama.

Aspectos éticos e legais

O Conselho Federal de Medicina (CFM) determina que a solicitação e interpretação de exames com finalidade diagnóstica são atos privativos do médico (Pareceres nº 1.445/97 e nº 21/85).
A realização de exames sem pedido médico e emissão de laudo automático constitui infração ética e pode gerar responsabilização dos profissionais e estabelecimentos envolvidos.

Avaliação da prática

A oferta da termografia mamária em farmácias apresenta:

  • Falta de validação científica: risco de falsos negativos, que podem atrasar o diagnóstico, e de falsos positivos, que geram ansiedade e exames desnecessários.
  • Inadequação ética e regulatória: exames diagnósticos exigem supervisão médica e não se enquadram nas atribuições do farmacêutico.
  • Potencial conflito com políticas públicas: pode desestimular a adesão aos programas oficiais de rastreamento com mamografia.
  • Atraso no diagnóstico de câncer de mama: o exame de termografia negativo pode induzir a mulher a deixar de fazer a mamografia, que é o método de rastreamento capaz de fazer o diagnóstico precoce da doença.

Recomendações

Diante das evidências e normas vigentes, CBR, SBM e FEBRASGO não recomendam o uso de dispositivos térmicos para avaliação das mamas em
qualquer ambiente fora do contexto de pesquisa.

Recomenda-se que:

  • As redes de farmácias suspendam a oferta comercial do exame até comprovação científica e aprovação por entidades médicas.
  • As mulheres sejam orientadas a seguir as diretrizes oficiais de rastreamento baseadas em mamografia e acompanhamento médico.
  • O CFM e a ANVISA avaliem as implicações éticas e regulatórias da prática.
  • As entidades médicas e conselhos de farmácia promovam campanhas de esclarecimento público sobre métodos validados e riscos de tecnologias não comprovadas.

Conclusão

A termografia mamária não possui respaldo técnico, ético ou legal e não deve ser utilizada nem comercializada como exame diagnóstico ou de rastreamento do câncer de mama.
A FEBRASGO, o CBR e a SBM reiteram a importância da mamografia como método validado e alertam para o risco de práticas que possam atrasar o diagnóstico e comprometer a saúde das mulheres.

Referências

1. ABRAFARMA. Drogarias Pacheco e São Paulo anunciam exame de termografia das mamas. 24 out 2025.
2. COLÉGIO BRASILEIRO DE RADIOLOGIA; SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA; FEBRASGO. Parecer sobre Dispositivos de Atividade Térmica da Mama. 23 mar. 2023.
3. CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Pareceres CFM nº 1.445/97 e nº 21/85 – Exames sem pedido médico.

Assinam a nota

Dr. Rubens Chojniak
Presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR)

Dra. Maria Celeste Osório Wender
Presidente da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia da FEBRASGO

Dr. Augusto Tufi Hassan
Presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)

FEMAMA
Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama

Dra. Angélica Nogueira
SBOC - Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica

Clique aqui e confira a nota na íntegra


Posicionamento da Sociedade Brasileira de Mastologia sobre supostos “testes de sangue” para detecção de câncer de mama

A Sociedade Brasileira de Mastologia vem a público informar que não existem exames de sangue que estejam validados para a detecção precoce do câncer de mama.

Alguns testes têm sido divulgados como “biópsias líquidas” ou “testes genéticos” capazes de detectar a doença, mas as evidências científicas ainda são limitadas e insuficientes. A eficácia e a segurança desses métodos ainda necessitam ter sua validade cientificamente aprovadas para uso na prática.

Testes não validados podem causar falsa sensação de segurança e diminuir a adesão das pessoas às formas consagradas de diagnóstico precoce da doença.

A mamografia de rotina ainda é o ÚNICO método cientificamente comprovado de detecção precoce do câncer de mama com impacto na diminuição de mortalidade da doença na população geral.

Quaisquer outros métodos somente devem ser usados dentro de protocolos de pesquisa em entidades científicas.

👉 A SBM reforça que, até o momento, não há exame de sangue capaz de substituir a mamografia na detecção precoce do câncer de mama.


Mamografia & Cuidado - Cartilhas da Oncoclínicas sobre o Câncer de Mama

A vida continua acontecendo em todas as fases. E cada uma delas merece atenção e cuidado. 💗

Com o apoio institucional da Sociedade Brasileira de Mastologia, a Oncoclínicas reforça a importância dos cuidados com a saúde e do diagnóstico precoce do câncer de mama, para que mais mulheres tenham bem-estar e qualidade de vida desde o diagnóstico até a reabilitação.

📖 Baixe agora uma cartilha exclusiva com orientações valiosas para saber como agir em cada momento.

Clique aqui para baixar a cartilha para pacientes jovens

Clique aqui para baixar a cartilha para pacientes com câncer de mama

Aproveite e compartilhe com outras mulheres.

Para saber mais, clique aqui e acesse o site


Outubro Rosa tem semana dedicada a combater a desinformação

Outubro Rosa tem semana dedicada a combater a desinformação

Ação coordenada pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) visa alertar a população sobre a propagação de informações falsas (fake news), com prejuízos no enfrentamento do câncer de mama

As ações do Outubro Rosa, voltadas à conscientização e prevenção do câncer de mama, aumentam em cerca de 20% a realização da mamografia, principal exame para detecção precoce da doença. Este ano, com a recomendação do Ministério da Saúde para o início do rastreamento mamográfico a partir dos 40 anos de idade no Sistema Único de Saúde (SUS), a tendência é de que as estatísticas da campanha sejam ainda mais promissoras. Mas nem tudo são boas notícias. Informações falsas, compartilhadas principalmente em redes sociais, têm afastado as mulheres do diagnóstico em fase inicial que confere mais de 90% as chances de cura da doença. Com o propósito de combater a desinformação, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) coordena a partir desta semana uma ação nacional para que a população tenha a oportunidade de se beneficiar com orientações corretas que podem salvar vidas.

Se por um lado a SBM vê contemplados seus esforços junto ao Ministério da Saúde para o início do rastreamento mamográfico no SUS aos 40 anos de idade, e não mais a partir dos 50, como recomendado anteriormente pelas diretrizes públicas, por outro, a entidade expressa uma grande preocupação com a desinformação que interfere no diagnóstico precoce e, consequentemente, no enfrentamento da doença no Brasil.

“A desinformação, propagada principalmente em redes sociais, tem sido um grande entrave para que a conscientização e a prevenção do câncer de mama propostas pelo Outubro Rosa faça total sentido na vida das pessoas”, afirma Tufi Hassan, presidente da SBM.

Com o objetivo de combater informações equivocadas, a SBM dedica uma semana especial no Outubro Rosa para orientar a população. “A campanha vai ressoar em todo o Brasil, com mastologistas compartilhando vídeos e replicando, sistematicamente, informações corretas e baseadas em evidências”, ressalta Tufi Hassan. “É fundamental mostrar à população que a ciência salva vidas.”

Em seus canais oficiais, a SBM divulga esta semana um vídeo informativo sobre os prejuízos causados pelas fake news, ao mesmo tempo que reforça a importância do conhecimento verdadeiro como aliado da saúde das mulheres.

No vídeo, o mastologista Daniel Buttros, do Departamento de Políticas Públicas da SBM, aborda de maneira didática e objetiva a gravidade da propagação informações falsas no contexto do diagnóstico e tratamento do câncer de mama.

“No que se refere ao câncer de mama, tenho certeza absoluta que o movimento nas redes sociais está na contramão da ciência e a favor de prejuízos”, afirma Buttros. Os “prejuízos” podem ser mensurados pelo aumento do número de casos da doença. Estudo recente apresentado pela SBM, com base no banco de dados do SUS (DataSUS), destaca que no grupo de mulheres com 40 a 49 anos, a média de exames realizados chegou a 22% entre 2013 a 2022. No mesmo período, 54% dos casos diagnosticados são dos estadios III e IV, os mais avançados da doença. De acordo com projeção do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o País deve registrar 74 mil novos casos no encerramento do triênio 2023-2025.

No ambiente das redes sociais, a desinformação ganha visibilidade a partir de leigos e também de profissionais da área da saúde. “Em busca de engajamento ou fama, essas pessoas utilizam a comunicação para trazer discussões polêmicas que vão confundir a população e viralizar”, observa Buttros.

Os efeitos da viralização de informações incorretas são preocupantes, na visão do mastologista. “Uma mulher que tem medo de fazer mamografia, e isso é muito comum, vai se valer dessa informação como verdade porque, para ela, isso se torna conveniente. Ela não vai fazer o exame e talvez um dia descubra ter perdido a oportunidade de receber o diagnóstico de um câncer de mama pequeno e mais fácil de tratar.”

Entre as fake news mais comumente propagadas em redes sociais, o mastologista da SBM elenca a falsa informação de que “a mamografia causa câncer de mama por conta da radiação”. Há também a crença de que “a biópsia de mama alastra a doença”. Para o especialista, quem propaga este tipo de desinformação, assim como convicções equivocadas de que a doença pode ser tratada com “soroterapia ou chás” está tirando a oportunidade de uma mulher de se tratar de maneira digna, amparada pela ciência.

No vídeo da SBM, ainda há orientações de como se precaver contra as fake news. Uma das sugestões é para que em caso de dúvida se busquem informações idôneas. Saber quem está falando, se tem formação específica na área, é outra forma de checar a veracidade do que está sendo propagado.

“As fake news prejudicam a vida de muita gente. É muito importante não fazer parte do compartilhamento, não comentar e não dar ibope, porque é isso que essas pessoas querem”, finaliza Daniel Buttros.


Ministério da Saúde amplia acesso à mamografia a partir dos 40 anos

Ministério da Saúde amplia acesso à mamografia a partir dos 40 anos

Sociedade Brasileira de Mastologia comemora decisão histórica, reforça importância do diagnóstico precoce e explica o que muda para as mulheres brasileiras

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (23) uma mudança histórica na política nacional de rastreamento do câncer de mama: a partir de agora, mulheres de 40 a 49 anos poderão realizar mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS) mesmo sem sinais ou sintomas da doença, mediante decisão conjunta com o profissional de saúde. A medida revoga as barreiras que dificultavam o acesso desse grupo etário ao exame e aproxima o Brasil das recomendações das principais sociedades médicas do mundo.

SBM defende rastreamento desde 2008

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) considera esta medida uma vitória para a saúde da mulher brasileira. Desde 2008, a entidade recomenda que o rastreamento mamográfico seja iniciado aos 40 anos, em frequência anual, posição defendida com base em evidências científicas e na realidade epidemiológica do país.

“Há muitos anos a SBM luta para que as brasileiras tenham acesso ao rastreamento precoce a partir dos 40 anos. Cerca de 40% dos casos de câncer de mama são diagnosticados entre os 40 e 50 anos, o que mostra o quanto essa decisão pode salvar vidas. Esta é uma conquista de toda a sociedade e resultado de um trabalho persistente de sensibilização junto ao poder público”, afirma Tufi Hassan, presidente da SBM.

Entenda o que mudou

Até então, o protocolo nacional de rastreamento recomendava a mamografia apenas para mulheres de 50 a 69 anos, com repetição a cada dois anos, independentemente de histórico familiar ou sintomas. Com o novo direcionamento do Ministério da Saúde, passam a valer as seguintes diretrizes:

Mulheres de 40 a 49 anos: passam a ter direito ao exame, a partir de decisão conjunta com profissional de saúde, mesmo sem sinais ou sintomas.
Faixa de 50 a 74 anos: segue com rastreamento regular a cada dois anos, mas agora com a faixa etária estendida até os 74 anos.
Acima de 74 anos: a indicação será personalizada, considerando histórico clínico e expectativa de vida.

Segundo o Ministério, a ampliação de acesso para a faixa de 40 a 49 anos e a extensão até os 74 representam um convite para que mais mulheres realizem o exame regularmente, fortalecendo o diagnóstico precoce.

Ministério da Saúde destaca impacto

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou que a medida é uma prioridade para reduzir o número de diagnósticos tardios.

“Garantir a mamografia a partir dos 40 anos no SUS é uma decisão histórica. Estamos ampliando o acesso ao diagnóstico precoce em uma faixa etária que concentra quase um quarto dos casos de câncer de mama. Enquanto alguns países erguem barreiras e restringem direitos, o Brasil dá o exemplo ao priorizar a saúde das mulheres e fortalecer o sistema público”, destacou.

Compromisso contínuo da SBM

A SBM celebra o avanço, mas lembra que ainda existem desafios importantes, como ampliação do alcance, garantia de tecnologia de ponta e acesso universal aos medicamentos estratégicos.

“Comemoramos esta conquista, mas nosso compromisso é permanente. Seguiremos acompanhando de perto a implementação dessas políticas públicas, monitorando os indicadores de saúde mamária e cobrando sua efetiva regulamentação e inclusão no orçamento. Em saúde, não basta estar no papel, é preciso garantir que o acesso aconteça na prática, com qualidade e equidade para todas as mulheres brasileiras”, conclui Tufi Hassan.


Board discute cuidados para câncer e obesidade

Board discute cuidados para câncer e obesidade

Nesta semana, o Instituto Oncoguia realizou mais uma edição do Board de Câncer e Obesidade. A iniciativa, cuja primeira reunião ocorreu em 2024, tem como objetivo reunir especialistas de diversas áreas da saúde para aprofundar a discussão sobre a relação entre câncer e obesidade e desenvolver estratégias que aprimorem o cuidado aos pacientes.

O Board é atualmente composto por 13 entidades atuantes em diferentes áreas da saúde: Febrasgo, Grupo Eva, Obesidade Brasil, Painel Brasileiro de Obesidade (PBO), Oncoguia, Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Sociedade Brasileira de Nutrição Oncológica (SBNO), Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia (SBPO) e Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Durante esta edição, os participantes destacaram a importância de ampliar o conhecimento sobre a relação entre as duas doenças, reforçando a necessidade de mais pesquisas e estudos, além da capacitação de profissionais de saúde para garantir um cuidado mais qualificado e humanizado.

O grupo avança agora na elaboração de iniciativas conjuntas para orientar profissionais de saúde em todo o país e fortalecer a qualidade e a integralidade do atendimento às pessoas que convivem com essas duas condições.

Conteúdo produzido pela equipe do Instituto Oncoguia - Acesse o site em www.oncoguia.org.br