Rastreamento mamográfico

Rastreamento mamográfico

O rastreamento mamográfico é uma ferramenta essencial na luta contra o câncer de mama. Trata-se da realização periódica de mamografias em mulheres que não apresentam sintomas da doença. O principal objetivo é identificar tumores em estágios muito iniciais, muitas vezes antes mesmo de serem palpáveis. Essa detecção precoce muda drasticamente o prognóstico e as opções de tratamento disponíveis, aumentando as chances de cura.

A mamografia é, atualmente, o único exame de imagem com eficácia comprovada na redução da mortalidade por câncer de mama em larga escala. Ao descobrir lesões precocemente, o rastreamento permite intervenções médicas menos agressivas. Consequentemente, eleva as taxas de cura e melhora a qualidade de vida das pacientes.

Por Que o Rastreamento Mamográfico é Tão Importante?
A importância do rastreamento mamográfico se manifesta em diversos aspectos, desde o impacto direto na vida das pacientes até a otimização dos recursos de saúde. Estudos demonstram que a realização regular do exame pode reduzir a mortalidade por câncer de mama em 25% a 40% nas mulheres que seguem as recomendações.

Quando o câncer é diagnosticado em suas fases iniciais, a necessidade de cirurgias radicais, como a mastectomia total, é significativamente menor. Além disso, a detecção precoce frequentemente diminui a necessidade de tratamentos agressivos, como a quimioterapia. Isso preserva a qualidade de vida da mulher e reduz os efeitos colaterais severos. Do ponto de vista econômico e de saúde pública, o tratamento de tumores iniciais é mais eficiente, exigindo menos recursos hospitalares e medicamentosos do que o tratamento de doenças em estágios avançados.

No Brasil, o câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres em todas as regiões. As estimativas apontam para cerca de 704 mil novos casos de câncer anualmente no triênio 2023-2025, sendo o câncer de mama o principal responsável pela morbidade oncológica feminina. Apesar dos avanços na medicina, o diagnóstico tardio ainda é um desafio considerável no país. Até 30% dos casos chegam aos serviços de saúde já em estágios avançados, o que ressalta a urgência de políticas eficazes de rastreamento.

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) orienta o início do rastreamento anual a partir dos 40 anos até 74 anos, em pacientes de risco habitual. A partir dos 75 anos, recomenda-se continuar o rastreamento se não houver comorbidades que reduzam a expectativa de vida da paciente.

Sua Saúde em Primeiro Lugar
O rastreamento mamográfico é uma poderosa ferramenta de prevenção e detecção precoce do câncer de mama. Conhecer as recomendações e a importância desse exame é o primeiro passo para cuidar da sua saúde mamária. Não deixe para depois: a detecção precoce salva vidas e oferece as melhores chances de um tratamento bem-sucedido.
Converse com seu médico mastologista para definir o plano de rastreamento mais adequado para você. Sua saúde é sua prioridade!

Sobre o Autor
Este artigo foi elaborado por Rafael José Fábio Pelorca, médico mastologista associado à Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Com vasta experiência clínica na área, o Dr. Rafael José Fábio Pelorca dedica-se à saúde da mulher e à prevenção e tratamento do câncer de mama, buscando sempre oferecer informações confiáveis e acessíveis à população.


Quem Tem Silicone Pode Fazer Mamografia?

Quem Tem Silicone Pode Fazer Mamografia?

Se você tem prótese de silicone (implante mamário), é muito importante saber que você pode e deve continuar fazendo mamografia normalmente, seguindo as mesmas recomendações de rastreamento do câncer de mama que as mulheres sem implantes. A presença do implante não impede a realização do exame.

A mamografia continua sendo o principal exame de rastreamento para o câncer de mama, mesmo em mulheres com implantes. As diretrizes médicas são claras: mulheres com próteses mamárias devem seguir os mesmos protocolos de rastreamento do câncer de mama recomendados para sua idade e fatores de risco.

Como é feita a mamografia em quem tem implante?

Quando você tem implante mamário, a mamografia é realizada com uma técnica especial para garantir que o máximo possível de tecido mamário seja visualizado. O exame inclui:

  1. Imagens padrão (com o implante)

São feitas as imagens tradicionais da mama, nas posições craniocaudal (de cima para baixo) e médio-lateral oblíqua (diagonal). Nessas imagens, o implante aparece como uma área muito branca e densa, pois o silicone bloqueia os raios-X.

  1. Imagens com deslocamento do implante (Manobra de Eklund)

Esta é a parte mais importante do exame para quem tem implante. O técnico em radiologia empurra suavemente o implante para trás, em direção à parede torácica, e puxa o tecido mamário para frente. Isso permite visualizar melhor o tecido da mama que ficaria escondido atrás do implante nas imagens padrão.

Essa técnica é chamada de "manobra de Eklund" ou "imagens com deslocamento do implante", é o padrão de cuidado para mamografia em mulheres com implantes mamários.

No total, são feitas 8 imagens (em vez das 4 tradicionais): 4 imagens padrão e 4 imagens com deslocamento do implante, sendo 2 de cada mama em cada tipo.

O implante atrapalha a detecção do câncer de mama?

É verdade que o implante mamário pode reduzir um pouco a sensibilidade da mamografia, ou seja, a capacidade do exame de detectar um câncer quando ele está presente. Isso acontece porque o silicone é muito denso e pode obscurecer parte do tecido mamário, especialmente o tecido mais próximo da parede torácica.

Estudos mostram que:

- A sensibilidade da mamografia de rastreamento em mulheres sem implantes é de cerca de 67%.

- A sensibilidade da mamografia de rastreamento em mulheres com implantes é de cerca de 45%.

Isso significa que a mamografia pode deixar de detectar alguns cânceres em mulheres com implantes. No entanto, é importante destacar que:

- As imagens com deslocamento do implante melhoram significativamente a visualização do tecido mamário e a capacidade de detectar câncer.

- Estudos recentes mostram que as imagens com deslocamento do implante sozinhas podem ser suficientes para o rastreamento, com maior taxa de detecção de câncer do que as imagens padrão.

- Apesar da menor sensibilidade da mamografia, as características dos tumores detectados (tamanho, estágio, comprometimento de linfonodos) são semelhantes entre mulheres com e sem implantes. Isso significa que o implante não parece atrasar o diagnóstico de forma significativa quando a mamografia é feita regularmente.

- Mulheres com implantes podem detectar nódulos palpáveis em tamanhos menores do que mulheres sem implantes, possivelmente porque o implante facilita a percepção de alterações no tecido mamário.

A mamografia pode romper o implante?

Embora existam relatos raros de ruptura de implante durante a mamografia, isso é extremamente incomum. A compressão da mama durante a mamografia é necessária para obter imagens de boa qualidade e reduzir a dose de radiação.

Os técnicos em radiologia são treinados para realizar o exame com cuidado em mulheres com implantes. Se você sentir desconforto ou dor durante o exame, avise imediatamente o profissional para que a compressão seja ajustada.

É importante lembrar que os benefícios da mamografia de rastreamento superam em muito o risco mínimo de complicações com o implante.

Quando devo fazer a mamografia se tenho implante?

As recomendações de rastreamento do câncer de mama são as mesmas para mulheres com e sem implantes:

- A partir dos 40 anos: Mamografia anual ou bienal, conforme orientação médica e diretrizes locais.

- Antes dos 40 anos: Apenas se houver fatores de risco elevados para câncer de mama (histórico familiar, mutações genéticas como BRCA1 ou BRCA2, etc.).

Essas mamografias de rastreamento são diferentes dos exames de acompanhamento do implante (que geralmente são feitos com ressonância magnética ou ultrassom para avaliar a integridade da prótese). A mamografia para rastreamento do câncer de mama deve ser feita independentemente dos exames de acompanhamento do implante.

Preciso fazer outros exames além da mamografia?

Em algumas situações, outros exames podem ser recomendados como complemento à mamografia:

Ultrassonografia (ultrassom) das mamas:

- Pode ser útil para avaliar nódulos ou áreas suspeitas identificadas na mamografia ou no exame clínico.

- É especialmente útil em mulheres com mamas densas.

- Também é usado para avaliar a integridade do implante (detectar rupturas).

Ressonância magnética (RM) das mamas:

- É o exame mais sensível para detectar câncer de mama e também para avaliar a integridade do implante.

- Pode ser recomendada para mulheres com alto risco de câncer de mama (por exemplo, com mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2).

- A FDA (agência reguladora dos Estados Unidos) recomenda ressonância magnética para avaliar a integridade de implantes de silicone 5 a 6 anos após a colocação e depois a cada 2 a 3 anos.

Importante: A ressonância magnética para avaliar o implante não substitui a mamografia de rastreamento do câncer de mama. São exames com finalidades diferentes e complementares.

Devo informar que tenho implante ao agendar a mamografia?

Sim, sempre informe que você tem implante mamário ao agendar o exame. Isso é importante para que:

- O serviço de radiologia reserve tempo adequado para o exame (que leva um pouco mais de tempo devido às imagens adicionais).

- O técnico em radiologia esteja preparado para realizar as imagens com deslocamento do implante.

- O radiologista que vai interpretar o exame saiba que você tem implante e possa avaliar adequadamente as imagens.

Também é útil informar:

- O tipo de implante (silicone ou solução salina).

- A localização do implante (subglandular, ou seja, acima do músculo peitoral, ou submuscular, ou seja, abaixo do músculo).

- Quando o implante foi colocado.

- Se houve alguma complicação ou cirurgia de revisão.

Mensagem importante

Ter implante mamário não é motivo para deixar de fazer mamografia. O rastreamento regular do câncer de mama continua sendo fundamental para a detecção precoce, que é a melhor forma de garantir um tratamento bem-sucedido.

Se você tem implantes mamários:

✓ Continue fazendo mamografia conforme as recomendações para sua idade e fatores de risco.

✓ Informe sempre que tem implante ao agendar o exame.

✓ Faça o autoexame das mamas mensalmente e relate qualquer alteração ao seu médico.

✓ Mantenha consultas regulares com seu médico para exame clínico das mamas.

✓ Siga as recomendações de acompanhamento do implante (geralmente com ressonância magnética ou ultrassom).

Em caso de dúvidas, converse com seu médico. Ele poderá orientá-la sobre o melhor protocolo de rastreamento para o seu caso específico.

Este material tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Procure sempre um profissional de saúde para orientações individualizadas.

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O que é o Câncer de Mama Triplo Negativo?

O que é o Câncer de Mama Triplo Negativo?

O câncer de mama triplo negativo (CMTN) é um subtipo de câncer de mama que se caracteriza pela ausência de três receptores biológicos nas células tumorais: o receptor de estrogênio (RE), o receptor de progesterona (RP) e a proteína HER2. Quando nenhum desses três marcadores está presente, o câncer é chamado de "triplo negativo".

O CMTN representa aproximadamente 10% a 20% de todos os cânceres de mama. Ele é mais frequente em mulheres jovens (antes dos 50 anos)e também está associado a mutações genéticas ligadas ao risco hereditário de câncer de mama, principalmente o gene BRCA1.

Esse subtipo tende a ser mais agressivo do que outros tipos de câncer de mama, com maior risco de crescimento rápido, metástases (disseminação para outros órgãos) e recorrência, especialmente nos primeiros 3 a 5 anos após o diagnóstico. No entanto, é importante saber que muitas pacientes são curadas, especialmente quando o diagnóstico é feito em estágio inicial.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico do câncer de mama triplo negativo segue as mesmas etapas iniciais de qualquer câncer de mama:

  1. Detecção inicial

- Mamografia;

- Ultrassonografia mamária (especialmente útil em mulheres jovens com mamas densas);

- Ressonância magnética das mamas (o exame mais sensível para detectar o CMTN);

- Autoexame e exame clínico das mamas.

É importante saber que o CMTN pode não apresentar as características típicas de malignidade nos exames de imagem, podendo parecer um nódulo benigno. Por isso, qualquer nódulo novo deve ser investigado.

  1. Biópsia

Quando um nódulo suspeito é identificado, é realizada uma biópsia — a retirada de uma pequena amostra do tecido para análise em laboratório.

  1. Exame anatomopatológico e imuno-histoquímico

A amostra da biópsia é analisada ao microscópio e submetida a testes especiais chamados de imuno-histoquímica (IHQ), que avaliam a presença dos receptores de estrogênio, progesterona e HER2. Quando todos os três são negativos, confirma-se o diagnóstico de câncer de mama triplo negativo. Em alguns casos, pode ser necessário um teste adicional chamado FISH (hibridização in situ por fluorescência) para confirmar o status do HER2.

  1. Exames complementares

Após o diagnóstico, são realizados exames para avaliar a extensão da doença (estadiamento), que podem incluir:

- Exames de sangue;

- Tomografia de tórax e abdômen;

- Cintilografia óssea;

- PET-CT (em casos selecionados);

- Aconselhamento e teste genético.

Como é o tratamento?

O tratamento do CMTN evoluiu muito nos últimos anos. Embora não responda a terapias hormonais nem a medicamentos anti-HER2, existem hoje diversas opções eficazes:

Doença em estágio inicial

- Quimioterapia neoadjuvante (antes da cirurgia): É o tratamento mais comum para tumores maiores ou com linfonodos comprometidos. Utiliza-se geralmente uma combinação de medicamentos como antraciclinas (doxorrubicina), taxanos (paclitaxel) e, em muitos casos, carboplatina.

- Imunoterapia: O pembrolizumabe (Keytruda), um medicamento que ajuda o sistema imunológico a combater o câncer, é hoje parte do tratamento padrão em combinação com a quimioterapia para tumores em estágio II ou III. Estudos mostraram que essa combinação aumenta significativamente as chances de resposta completa e de sobrevida livre de eventos.

- Cirurgia: Pode ser conservadora (retirada apenas do tumor) ou mastectomia (retirada da mama), dependendo do tamanho e localização do tumor.

- Radioterapia: Geralmente indicada após a cirurgia para reduzir o risco de recorrência local.

- Tratamento pós-cirúrgico: Se após a quimioterapia e cirurgia ainda houver doença residual, pode ser indicada capecitabina ou, em pacientes com mutação BRCA, o olaparibe.

Doença avançada ou metastática

Para pacientes com doença que se espalhou para outros órgãos, as opções incluem:

- Imunoterapia + quimioterapia: Para tumores com expressão de PD-L1 positiva (um marcador que indica maior chance de resposta à imunoterapia).

- Sacituzumabe govitecana (Trodelvy): Um medicamento inovador chamado conjugado anticorpo-droga, aprovado para CMTN avançado.

- Inibidores de PARP (olaparibe ou talazoparibe): Para pacientes com mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2.

- Quimioterapia: Diversas opções de medicamentos isolados ou em combinação.

- Outros medicamentos direcionados: Como o fam-trastuzumabe deruxtecana, para tumores com baixa expressão de HER2.

Qual é a expectativa de vida?

A expectativa de vida no CMTN varia muito conforme o estágio no momento do diagnóstico e a resposta ao tratamento:

Doença localizada (apenas na mama):

- Sobrevida em 5 anos: aproximadamente 89% a 91%

- Com os tratamentos modernos, incluindo imunoterapia, as perspectivas estão melhorando significativamente.

Doença regional (com envolvimento de linfonodos):

- Sobrevida em 5 anos: aproximadamente 65% a 80%

- Pacientes que alcançam resposta patológica completa (desaparecimento total do tumor após a quimioterapia) têm prognóstico muito melhor.

Doença metastática (espalhada para outros órgãos):

- Sobrevida em 5 anos: aproximadamente 12% a 15%

- A sobrevida mediana é de cerca de 1 a 2 anos, mas novos tratamentos estão ampliando esse tempo.

É fundamental destacar que esses números são médias populacionais e que cada caso é único. Os avanços recentes no tratamento — especialmente a imunoterapia, os conjugados anticorpo-droga e os inibidores de PARP — estão mudando positivamente o cenário do CMTN.

Embora o câncer de mama triplo negativo seja considerado mais agressivo, a ciência tem avançado rapidamente. Novos medicamentos e estratégias de tratamento estão sendo desenvolvidos e aprovados, oferecendo mais opções e melhores resultados para as pacientes. O diagnóstico precoce continua sendo a melhor arma: quanto antes o câncer for detectado, maiores são as chances de cura.

Se você tem dúvidas ou preocupações, converse com seu médico. Ele poderá orientá-la sobre os exames de rastreamento adequados para o seu perfil de risco e sobre as melhores opções de tratamento disponíveis.

Este material tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Procure sempre um profissional de saúde para orientações individualizadas.

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Nota de pesar – Prof. Dr. Domingos Auricchio Petti

Nota de pesar – Prof. Dr. Domingos Auricchio Petti

A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) manifesta em nome de seus membros o mais profundo pesar pelo falecimento do Prof. Dr. Domingos Auricchio Petti. Exemplo raro de competência e habilidade aliadas à humanidade, Petti exercia a medicina com alma, propósito e profundo respeito pelas pessoas.

Em 1964, Domingos Petti graduou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Na construção de uma trajetória ímpar, norteada pela excelência acadêmica e dedicação à pesquisa científica, exerceu com extremo compromisso a formação de novas gerações de médicos, destacando-se como professor titular e chefe do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade de Taubaté (Unitau), professor associado da FMUSP e integrante do corpo clínico do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Reconhecido nacional e internacionalmente, com uma extensa produção científica e contribuições fundamentais à evolução da Mastologia no País, Dr. Domingos Petti acrescenta à sua atuação transformadora a fundação do Instituto de Ginecologia e Mastologia (IGM) da Beneficência Portuguesa de São Paulo, serviço-escola que formou inúmeros mastologistas em todo o Brasil.

Aos familiares, amigos, colegas, alunos e admiradores do Prof. Dr. Domingos Auricchio Petti, a SBM expressa sua mais sincera solidariedade, desejando que alcancem conforto em face de tão irreparável perda.

A atuação transformadora de Domingos Petti, que contribuiu para o modelo de cuidado integrado em Mastologia que hoje praticamos, permanecerá como um legado indissolúvel que se alinha ao seu grande exemplo de vida.

Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)